
CONTA-SE de um rapazinho que desejou visitar um amigo gravemente doente, prestes a morrer. A mãe instou para que não o fosse ver, pois que lhe poderia causar perturbação emocional. Mas o rapaz insistiu e foi...
Junto ao leito do seu amigo, o rapaz esforçou-se por lhe demonstrar que a sua presença ali era uma prova da grande amizade que tinha por ele. O doente sentiu bem isso e disse: Eu sabia que tu vinhas! A tua presença aqui é a prova disso. Quanto me confortas.
Pouco depois o menino doente faleceu. O nosso rapazinho, de regresso a casa, contou à mãe o sucedido e demonstrou a sua alegria por ter contribuído para a felicidade do seu amigo. A mulher, comovida, reconheceu o seu erro, ao pretender deter o filho e constatou o quão crueis somos quando nos reduzimos ao nosso espaço.
Foi com esta simples, mas profunda história, que o nosso pregador do passado Domingo, dia 22, iniciou a sua mensagem.
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